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Coluna FalaPE – Raquel engole Miguel

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Apesar de os dois serem filhos de políticos bem sucedidos, tendo crescido na Política, a prefeita de Caruaru está dando um banho no gestor de Petrolina nas articulações para a disputa do Governo de Pernambuco em 2022. O gesto de convidar o “concorrente” a juntar-se aos encontros do Levanta Pernambuco foi um xeque-mate dado pela caruaruense.

Raquel Lyra engoliu Miguel Coelho e mostrou ao petrolinense que só há um caminho para viabilizar-se pela oposição na disputa contra o todo poderoso PSB. E esse caminho passa pela liderança e pela condução dela, a prefeita de Caruaru. Apesar de insistir na sua pré-candidatura ao Palácio do Campo das Princesas, Miguel está sendo forçado à reavaliar a sua postulância.

Se nega juntar-se ao movimento onde estão a maior parte dos oposicionistas, Miguel só ampliará o seu isolamento, o que é mortal para quem precisa de musculatura política para tornar-se viável na corrida. Por outro lado, se topa participar dos encontros, o prefeito de Petrolina entra no final da fila e debaixo da asa da gestora de Caruaru, a verdadeira protagonista da oposição.

Resumindo: não há saída para Miguel. Se correr, o bicho pega. Já se ficar, o bicho come. Enquanto isso, com o gesto, Raquel manda uma mensagem clara à toda a oposição. A de que ela tem dimensão, legitimidade e cálculo político para liderar o bloco e fazer dele um oponente de respeito à Frente Popular.

Uma vez ao lado de Raquel e de figuras como o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, e o ex-senador Armando Monteiro Neto, além de outros, Miguel Coelho não tem nem clima e nem condições políticas para reivindicar a cabeça de chapa. O máximo – ainda que com muita boa vontade – seria o Senado; vaga que deve ficar com Anderson.

Neste caso, a calma venceu a afobação. Enquanto Miguel fazia estardalhaço na comunicação, tentando desesperadamente se viabilizar, Raquel ficou ali na dela, comendo pelas beiradas e se fortalecendo junto às outras forças políticas que integram o grupo. Agora, a prefeita de Caruaru só tende a consolidar-se ainda mais como a candidata da oposição em Pernambuco.

O povo quer saber: Miguel tem vaga na chapa de Raquel?

Coluna FalaPE – A decadência política de Jayme Asfora

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Olha, se teve um derrotado nesta eleição para a Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Pernambuco (OAB-PE), essa figura atende pelo nome de Jayme Asfora. O advogado, procurador do Estado e ex-vereador, que já foi o todo poderoso da Ordem, entidade que presidiu entre 2007 e 2010, hoje é um pária, com o perdão da palavra. E vive em franca decadência; tanto na política partidária, quanto na de classe.

Jayme, dizem, foi o principal responsável por puxar para baixo a chapa da oposição, liderada por Almir Reis, que, por muito pouco, não quebrou a hegemonia do grupo do qual fez parte Asfora; e que acabou o escanteando. Ou seja, Jayme tirou foi votos de Almir, dada as inimizades que fez na categoria e sua forma de fazer políticas afastando as pessoas.

Ao invés de discutir ideias e propostas, Jayme preferiu usar o pouco dos holofotes que ainda lhe restam para fazer uma campanha abaixo da linha da cintura, tentando ligar o candidato vencedor Fernando Ribeiro Lins ao que chamou de “oligarquias” da Advocacia e da política – nesse último caso, ele exemplificou ligando o termo “oligarquia” ao PSB, partido a quem faz oposição:

O ex-presidente da Ordem gasta seu tempo pregando a não-política. Logo ele, que utilizou a militância na OAB para se projetar na política e eleger-se vereador do Recife. Depois de amargar uma derrota na tentativa de reeleger-se para a Câmara Municipal, em 2020, Asfora se meteu nesta eleição da Ordem para fazer confusão.

É o resumo da obra não perdoa: ele caiu ainda mais em descrédito do que antes. Tanto que alguém se deu o trabalho de editar um vídeo onde Jayme, que agora prega a não-política, aparece com políticos de tudo que é lado, do ex-candidato a prefeito Recife pelo PSL, Carlos Andrade Lima, à vereadora petista Liana Cirne; passando por imagens dele com o governador Paulo Câmara com o ex-prefeito Geraldo Júlio; com o ex-senador Armando Monteiro e com o deputado federal Daniel Coelho.

Uma série de equívocos e erros estratégicos; cometidos por quem certamente está com os dias contados na política (em ambas, na partidária e na classista). O melhor que Asfora tem a fazer e “mergulhar”, cuidar da vida dele é esperar a poeira baixar.

O povo quer saber: os próximos candidatos a presidente da OAB-PE rejeitarão o apoio de Jayme Asfora?

Coluna FalaPE – Fernando e Ingrid: Vitória do reconhecimento

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As urnas se fecharam e deu a chapa da situação, encabeçada por Fernando Ribeiro Lins, para comandar a seccional pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil. Foi a vitória do reconhecimento ao grupo que conduziu a OAB-PE a um patamar mais alto depois de sucessivas gestões. Esse time, cuja característica é justamente o coletivo, continuará a comandar a entidade classista pelos próximos três anos.

Mas, como dissemos no início da coluna, as urnas se fecharam e a eleição acabou. Cabe a Fernando e a Ingrid Zanella, sua vice, juntar a classe e fazer um governo de coalizão, que coloquem os advogados na frente de outras questões como inserção na mídia ou projetos pessoais. Até porque a diferença de menos de 200 votos para Almir Reis em um universo de 24 mil votantes indica que os vencedores estão longe de serem unanimidade.

O recado, aliás, foi bem claro à turma da chapa OAB Mais Unida: ou a gestão muda, passando a incluir mais advogados, trabalhando mais pelas causas dos profissionais menos favorecidos em detrimento da atenção às grandes bancas, ou na próxima a hegemonia construída ao longo de anos vai por água abaixo.

A vitória até veio, mas já está sendo muito contestada. Vereadora do Recife, a advogada Liana Cirne fez uma live em seu Instagram assim que o resultado foi divulgado acusando a situação de fraudar o pleito, impedindo opositores de votarem e de terem comprado votos de jovens advogados com promessas de pós-graduações grátis. Liana também acusou integrantes da tropa de Fernando e Ingrid de misoginia e racismo contra integrantes da turma da Renova OAB, chapa que ela apoiou.

Os políticos, aliás, fizeram questão de se engajar nesta que foi a mais disputada eleição da OAB; repleta de acusações por parte dos dois lados. Durante o período eleitoral, foi possível ver políticos de todas as colorações partidárias pendido votos para Fernando ou Almir. De vereadores à figurões. O PSB não se manifestou publicamente, mas a cúpula do partido claramente apoiou a chapa da situação. Genro do ex-governador Eduardo Campos e filho do deputado federal Tadeu Alencar, o advogado Tomás Alencar fez campanha para Fernando.

Do outro lado não foi diferente. Almir Reis, aliás, mesmo derrotado, saiu gigante da eleição. Um desconhecido antes do pleito – apesar de muito jovem, aos 35 anos comanda um escritório endinheirado -, Almir saiu projetado desta eleição. E, certamente, até pela idade, não vai abandonar a militância sindical e futuramente política – seu pai foi candidato a prefeito de Itamaracá.

Coluna FalaPE – Eleição para presidente da OAB-PE ganha ares de briga política

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Não se fala em outra coisa que não a eleição para a Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Pernambuco, a OAB-PE. A eleição que ocorre hoje (16) encerra uma campanha fratricida, cheia de acusações e troca de farpas de ambas as partes; que ganhou ares de briga política por envolver eles mesmos, os políticos, que não se fizeram de rogados e tomarem lado na disputa.

Após anos de reinado inconteste do atual grupo que comanda a OAB, essa é a primeira eleição (desde Jaime Asfora versus Júlio Oliveira) que a oposição tem chances de vitória. De um lado, representando a continuidade, temos a chapa liderada por Fernando Ribeiro Lins, que, apesar da disputa acirrada, segundo as pesquisas, deve levar a melhor sobre Almir Reis Júnior, postulante da oposição, que conseguiu mobilizar muita gente na sua empreitada.

Mas, para além de quem vai vencer ou não – até porque não temos bola de cristal -, o que ficará para a história é o quão acirrada foi essa competição. E a atração que ela causou nos políticos não foi em vão. Com o tamanho que a OAB conquistou, seu presidente, seja quem for, passa a ocupar um papel de destaque no cenário pernambucano. Passa a ser uma voz ouvida, capaz de influenciar opiniões. E qual político não quer tirar uma casquinha dessas benesses?

Fora a questão do poder e influência, há pontos – digamos – mais administrativos… O próximo presidente da ordem vai ter para gastar nada menos que um pomposo orçamento de R$ 60 milhões anuais. Isso é muito mais dinheiro que têm para investir a maioria dos prefeitos de interior no ano inteiro:

E um detalhe no mínimo atrativo: ao contrário dos políticos do Executivo, o presidente da OAB não precisa prestar conta a nenhum tribunal de contas ou câmara de vereadores da vida. Resumindo, o vencedor do pleito de hoje vai ter um cheque em branco de R$ 60 milhões para gastar com a classe. Se souber fazer, esse escolhido tem tudo para sair do cargo daqui a dois anos extremamente aclamado pelos seus pares; lançado, quem sabe, em uma carreira política.

O Fala PE vai passar o dia de hoje todo acompanhando a guerra que vai ser a eleição da OAB-PE. Você, advogado leitor da coluna, não deixe de exercer o seu direito. Faça uso da democracia enquanto ela permitida. Aos dois candidatos, desejamos uma boa eleição. E que vença o melhor!

O povo quer saber: quem será o novo presidente da OAB-PE?

Coluna FalaPE – Cancelamento da filiação de Bolsonaro ao PL deixa aliados apreensivos em PE

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O cancelamento, pelo menos momentâneo, da filiação do presidente da República ao PL deixou aliados de Jair Bolsonaro em compasso de espera e apreensivos em todo o país. Em Pernambuco não foi diferente. Afinal, todo planejamento eleitoral dos bolsonaristas Brasil adentro passa pelo caminho a ser seguido pelo seu líder maior no pleito presidencial.

O que chamou de “adiamento” da filiação de Bolsonaro ao PL foi confirmado pelo presidente do partido, o famigerado Valdemar da Costa Neto, em nota. No comunicado à Imprensa, a legenda fala em alteração do cronograma – um grande ato de filiação estava previsto para o próximo dia 22 de novembro.

“Após intensa troca de mensagens na madrugada deste domingo 14 com o presidente Jair Bolsonaro, decidimos, em comum acordo, pelo adiamento da anunciada cerimônia de filiação. Portanto, a data de 22 de novembro foi cancelada, não havendo, ainda, uma nova data para o compromisso de filiação”, disse, em nota, Valdemar da Costa Neto.

O movimento político – ou a falta dele – tem consequências no tabuleiro pernambucano. Primeiro, volta à estaca zero o destino partidário de exponentes do bolsonarismo local que se preparam para empunhar a bandeira do presidente na eleição do ano que vem. Um exemplo é o próprio ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, amigo e pessoal e político mais próximo ao presidente entre os pernambucanos.

Gilson Neto, natural de Gravatá, certamente vai disputar um mandato no pleito vindouro. Muitos, inclusive, o apontam como candidato a governador de Bolsonaro em Pernambuco. Possibilidade, inclusive, que já foi sinalizada pelo próprio presidente. Ou seja, quanto mais atrasada a filiação partidária de Bolsonaro, mais indecisa fica a situação do ministro do Turismo.

Há ainda mais nomes ligados ao presidente que aguardam a definição dessa que se tornou uma novela partidária. É o caso da deputada estadual Clarissa Tércio, que, dizem, está fazendo de tudo para crescer no conceito de Bolsonaro e ser, ela própria, a candidata ao Governo do Estado pelo grupo.

Por fim, temos também a situação do prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, que está à frente do PL estadual e teve divulgada a informação de que, com a entrada de Bolsonaro, ele perderia o comando da sigla. Anderson, futuro candidato ao Senado na chapa encabeçada pela prefeita Raquel Lyra (Caruaru), adversária de Bolsonaro, negou que vá perder o PL, mesmo com o potencial ingresso do presidente. Como dissemos no início da coluna, tudo ainda em compasso de espera…

O povo quer saber: Bolsonaro vai ou não filiar-se ao PL?

Coluna FalaPE – Os caminhos para Anderson Ferreira em 2022

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Apesar dele oficialmente negar, existe, sim, uma grande possibilidade de o prefeito de Jaboatão dos Guararapes e pré-candidato a senador, Anderson Ferreira, perder o comando do PL em Pernambuco; sobretudo, se o presidente Jair Bolsonaro se filiar mesmo ao partido, como já se fala com certeza nos bastidores.

O motivo para a perda do comando do PL é o apoio que Anderson deu a deputada federal Marília Arraes, do PT, na disputa pela Prefeitura do Recife, em 2020, quando a neta de Arraes perdeu no segundo turno para o primo João Campos, do PSB, atual gestor da capital. Esse, pelo menos, é o motivo “oficial”.

Nos bastidores, a retirada do prefeito de Jaboatão do comando do PL é atribuída a um suposto corpo mole na defesa de Bolsonaro no estado. Para muitos, o apoio de Anderson ao presidente é da boca para fora; para inglês ver. Essas fontes argumentam que ele nunca ficou mesmo ao lado de Bolsonaro, especialmente quando o ex-capitão mais precisou de apoio político.

De fato, o prefeito de Jaboatão, apesar de receber recursos pomposos do Governo Federal, nunca foi um bolsonarista de carteirinha; nem um defensor do presidente para as grandes mídias. Pelo contrário, ele sempre preferiu passar ao largo, se preservando dos embates.

Uma coisa é clara: se perder mesmo o comando do PL, Anderson deve rumar ao PSC, que está sob a batuta do seu irmão gêmeo, o deputado federal André Ferreira. Na sigla socialista-cristã, o prefeito teria guarida para concorrer à Casa Alta na chapa a ser encabeçada pela tucana Raquel Lyra, prefeita de Caruaru e líder nas pesquisas de intenção de voto.

Já o PL, se Anderson sair, certamente irá para o comando de algum bolsonarista de primeira linha, como o PTB, que está com o Coronel Meira. De cara, três nomes já figuram como opção: o ministro do Turismo, Gilson Neto, e os deputados estaduais Clarissa Tércio e Alberto Feitosa. É aguardar para ver…

O povo quer saber: quem assumiria o comando do PL em Pernambuco no lugar de Anderson?

Coluna FalaPE – João Campos coloca o Recife na vanguarda da inovação

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Cumprindo uma promessa de campanha, o prefeito João Campos está colocando o Recife na vanguarda da inovação. Ontem, a prefeitura da capital começou a colocar em prática o Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador, com a abertura das inscrições para o Primeiro Ciclo de Inovação Aberta do Recife, um movimento que tem a coordenação geral da Secretaria Executiva de Transformação Digital e que faz parte do Programa E.I.T.A! Recife.

O projeto propõe um conjunto de condições especiais simplificadas para que empresas, startups, universidades, alunos, profissionais e pesquisadores de TI para desenvolver modelos de negócios inovadores, testar técnicas e tecnologias experimentais para encontrar soluções de problemas públicos com ações criativas.

João Campos comandou o evento de abertura das inscrições do Primeiro Ciclo, no Cinema do Porto Digital, para alguns convidados em função da limitação de espaço. Com o lançamento da modalidade, Recife é a primeira cidade do país a contratar soluções inovadoras, que promovem a competitividade das empresas do Brasil e do mundo, utilizando o Marco Legal das Startups.

Campos explicou a iniciativa. “A gente está lançando hoje um grande desafio de inovação aberta. É uma iniciativa que aproxima as pessoas dos desafios da cidade, e a gente coloca com muita transparência – quais são os problemas que a gente encontra em diversas áreas da gestão e da vida cotidiana de cada pessoa. E como a gente traz a inovação e as soluções tecnológicas para buscar essa solução? Então, com essa iniciativa, o Recife se torna uma cidade pioneira na utilização de um novo marco das startups, que inclusive eu tive a oportunidade de ser um dos coautores enquanto deputado federal e agora foi aprovado, virou uma lei federal, e a gente vai poder utilizar dessa lei para melhorar o formato de contratação, tornando-o mais ágil e trazendo o viés de inovação muito forte para o serviço público”.

Segundo a prefeitura, denominado Ciclo de Inovação Aberta, essa primeira contratação de solução inovadora terá o objetivo de ajudar em seis áreas: Saúde, Infraestrutura, Esportes e bem-estar, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social. As inscrições podem ser feitas pelo site: eita.recife.pe.gov.br. Serão apresentados cinco desafios para que sejam buscadas as soluções tecnológicas.

Na Saúde, “Como podemos melhorar a qualidade dos encaminhamentos realizados pelos profissionais da atenção básica?” e “Como podemos reduzir o índice de absenteísmo dos pacientes no comparecimento aos exames e consultas reguladas?”; na Infraestrutura, “Como podemos monitorar e identificar, de maneira escalável e em tempo real, os defeitos no pavimento das vias do Recife, trazendo agilidade no direcionamento dessas demandas aos órgãos competentes?”; nos Esportes, “Como podemos aumentar o número de praticantes de exercício físico, diminuindo o custo da inatividade física que impacta diretamente a saúde na cidade do Recife?”; Meio Ambiente, “Como podemos estimular a colaboração dos cidadãos para solucionar diferentes tipos de poluições ambientais do Recife, trazendo equilíbrio ecossistêmico e bem estar social?”; e por fim, o desafio na área de Desenvolvimento Social, “Como podemos diminuir a fome em nossa cidade de maneira escalável e sustentável?”.

Os temas propostos ajudam a solucionar alguns dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 das Nações Unidas, que interconectados almejam acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima.

O povo quer saber: qual o próximo avanço que João vai garantir para o Recife?

Coluna FalaPE – PP fortalece chapas proporcionais

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Sob a liderança do articulado e estrategista Eduardo da Fonte, o PP de Pernambuco está montando chapas proporcionais de destaque, que vão assegurar à legenda, uma das maiores do país, bancadas ainda mais robustas a partir de 2023, na Assembleia Legislativa de Pernambuco e na Câmara Federal.

A expectativa é que o PP eleja entre 12 e 15 deputados estaduais, chegando perto de um terço das cadeiras da Casa Joaquim Nabuco. É muita vaga! Habilidoso, Eduardo da Fonte tem um mapa de Pernambuco na cabeça e está montando um time como ninguém para assegurar uma boa bancada ao Progressistas. Como conhece da geografia política estadual, aliados comentam que Eduardo está armando a legenda para eleger um deputado a partir de 25 mil votos. Um baita atrativo!

Para a Câmara Federal, a matemática é a mesma. O cálculo é que o PP faça entre quatro e cinco federais. Um desses nomes pode ser eleito com 35 a 40 mil votos, uma votação baixa para garantir passaporte para Brasília. Outro grande atrativo, sobretudo, para os federais de mandato que têm a reeleição ameaçada nas siglas onde se encontram.

Tanto para a chapa de estadual quanto para a de federal, Eduardo da Fonte está escolhendo candidatos de todas as microrregiões de Pernambuco; do Recife até o mais longíquo município do Sertão do Araripe. Só consegue montar uma chapa assim quem conhece do traçado.

Todo esse conjunto de atributos – liderança consolidada, visão estratégica, conhecimento do jogo e chapas competitivas – fazem de Eduardo da Fonte um dos principais nomes para representar o PP na majoritária da Frente Popular, na condição de candidato a senador.

Aliás, se optar mesmo por Dudu, como é conhecido no meio político, o PSB vai estar abalizando um excelente nome para senador, que, certamente, agregará – e muito! – ao projeto de fazer o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Geraldo Júlio, governador de Pernambuco.

O povo quer saber: Dudu vai lutar pela vaga de senador da Frente Popular?