Prefeitura do Recife une forças com Governo de Pernambuco e envia 200 concentradores de oxigênio para Manaus

Os equipamentos devem seguir para a capital do Amazonas de avião até este sábado (16)

O prefeito João Campos, em união com o Governo de Pernambuco, decidiu enviar 200 concentradores de oxigênio para ajudar no enfrentamento da crise no sistema público de saúde em Manaus. Desse total, 100 foram da Prefeitura do Recife e os demais do Estado. Até este sábado (16), os equipamentos devem seguir de avião para a capital do Amazonas.

Esses concentradores, utilizados para o tratamento de pessoas com insuficiência respiratória, fazem parte dos mais de 10 mil equipamentos médico-hospitalares adquiridos pela Prefeitura do Recife, durante a preparação para o enfrentamento à pandemia no município. Os aparelhos foram utilizados para salvar vidas nos sete hospitais de campanha construídos em 45 dias pela PCR. Quando as unidades começaram a ser desativadas, os materiais foram levados para o almoxarifado da Secretaria de Saúde, onde estavam armazenados.

É importante salientar que a ajuda à capital amazonense não compromete a estrutura de assistência hospitalar da covid-19 no Recife. Ou seja, mesmo que haja aumento no número de pacientes que necessitem de internação, na capital, o município ainda terá equipamentos suficientes para garantir atendimento adequado à população.

Os concentradores têm o objetivo de aumentar a saturação de O2. Os aparelhos puxam o ar do ambiente, purificam o oxigênio e o transportam para o paciente através de cânulas ou máscaras.

Ministério da Saúde pede ao Butantan entrega imediata de 6 milhões de doses da CoronaVac

O Ministério da Saúde encaminhou, na tarde desta sexta-feira (15), ao Instituto Butantan um ofício no qual pede a entrega imediata de 6 milhões de doses importadas da CoronaVac.

O ofício, assinado pelo diretor do departamento de logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias, é endereçado ao diretor-geral do Butantan, Dimas Covas com o assunto: “Entrega imediata de 6 milhões de doses importadas da vacina contra a Covid-9”.

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a Anvisa”, diz o texto.

“Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este Ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19, tão logo seja concedido a autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo, dia 17 de janeiro de 2021”, complementa o documento.

Central de Notícias

Tadeu Alencar defende volta do Congresso Nacional para tratar de assuntos emergenciais do Coronavírus

A situação grave que o Brasil se encontra no combate ao Coronavírus motivou um movimento entre deputados e senadores para pressionar por uma volta emergencial do Congresso Nacional neste mês de janeiro, tradicional período de recesso parlamentar. O deputado federal pernambucano Tadeu Alencar é defensor da ideia e assinou um requerimento do Senador Alessandro Vieira para que Câmara dos Deputados e Senado Federal voltem a funcionar de forma emergencial para deliberar assunto relacionados ao Covid-19.

“O Brasil passa por um momento crítico e nós, como parlamentares, temos que dar um suporte ao povo brasileiro. Existem muitas pautas que precisam andar e o Congresso Nacional precisa fazer a sua parte”, destacou Tadeu Alencar.

Entre os assuntos importantes a serem discutidos no Congresso Nacional em se confirmando o retorno das atividades, está a volta do auxílio emergencial, que parou de ser pago em dezembro.

“O auxílio emergencial se mostrou fundamental para a população brasileira. Nós brigamos na Câmara para que ele existisse e para que fosse no valor de R$ 600 e não de R$ 200 como o presidente Bolsonaro queria. Não concordamos com a redução pela metade a partir de agosto e agora vamos trabalhar para que ele volte a ser pago ao povo brasileiro”.

O recesso parlamentar do fim do ano vai de 23 de dezembro a 1° de fevereiro, mas a Constituição traz a possibilidade de convocação extraordinária, pela maioria dos membros das duas Casas Legislativas em caso de urgência ou interesse público relevante.

“Reformas devem tornar o Brasil um país amigo do empreendedor”, diz Daniel Coelho

Nesta quinta-feira (14), o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania), vice-presidente da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), comentou a parceria da FPLM com o Instituto Livre Mercado. Com o trabalho conjunto, a Frente visa amplificar o trabalho para melhorar o ambiente de negócios no Brasil. De acordo com a FPLM, o apoio de instituto especializado pretende ajudar o setor produtivo a superar a crise agravada pela pandemia. A parceria com o Instituto Livre Mercado deve reforçar as ações em prol do desenvolvimento econômico e da geração de emprego a partir do Poder Legislativo.

Para Daniel, “já passou da hora do Brasil ser um país amigo do empreendedor”. “Assim como avançamos com a aprovação da MP da Liberdade Econômica, vamos avançar na reforma tributária, com foco em redução, transparência e simplificação, e o trabalho da Frente pelo Livre Mercado vai ser fundamental nesse processo”, continuou o parlamentar.

Entre os 20 fundadores do Instituto Livre Mercado estão empresários, integrantes da sociedade civil organizada e alguns membros que acumulam passagem pelo setor público. É o caso do empresário Salim Mattar, ex-secretário de Desestatização, e de Paulo Uebel, ex-secretário especial de Desburocratização. Ambos pediram demissão do Ministério da Economia em agosto, insatisfeitos com a condução de suas agendas no governo federal.

Brasil amarga penúltima posição

O ambiente de negócios do Brasil ocupa a penúltima posição no ranking que avalia 18 países com perfis socioeconômicos semelhantes, ficando à frente apenas da Argentina. É o que revelou o relatório Competitividade Brasil 2019-2020 da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A publicação também aponta que o país está na mesma posição desde que o ranking foi criado, há dez anos. O ambiente de negócios brasileiro também é mal avaliado no Ranking de Facilidade de se Fazer Negócios, com o Brasil ocupando a 124º posição entre 190 países, e no estudo de Liberdade Econômica da Heritage Foundation, na 140º colocação.

Presidida pelo deputado Kim Kataguiri (DEM), a Frente conta com a participação de 203 dos 513 deputados federais. O objetivo é ampliar esses números em 2021 e acelerar o trabalho. “Queremos o Brasil entre as 30 melhores economias para se fazer negócios no ranking Doing Business, do Banco Mundial. E quem mais vai ganhar com isso é o cidadão, que vai ter mais liberdade para trabalhar e gerar emprego”, defendeu Kataguiri.

A meta é tornar o Brasil um país livre do excesso de burocracia e facilitar a geração de riqueza. Além da burocracia, outro inimigo surgiu: a pandemia. De acordo com o IBGE, cerca de 716 mil empresas fecharam as portas no país apenas nos primeiros dias da crise sanitária. Isso significa mais da metade dos negócios que estavam com atividades suspensas em função do novo coronavírus. Praticamente todas são de pequeno porte, principal segmento responsável pela geração de empregos no país.

A partir desse projeto de cooperação, o Instituto Livre Mercado analisará as pautas tributárias, administrativas e regulatórias no Congresso e apresentará regularmente relatórios técnicos, que servirão de insumos para os parlamentares se posicionarem. Com a parceria, o Instituto Livre Mercado e a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado prometem diálogo aberto com setor produtivo, sociedade civil organizada e Academia.

Eduardo da Fonte solicita ao presidente da República a suspensão do fechamento de agências do Banco do Brasil

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP-PE) solicitou ao presidente da República, Jair Bolsonaro, a suspensão do fechamento das agências do Banco do Brasil como parte do plano estratégico da instituição financeira. O parlamentar destaca que o banco registra lucro e tem papel social sobretudo em cidades do interior.

“O Banco do Brasil tem importante função social e econômica. É através da implantação de uma agência do banco que o desenvolvimento chega em muitos municípios pequenos. O fechamento dessas agências é um desfavor ao povo brasileiro” afirma Eduardo da Fonte.

O documento, que também foi enviado ao ministro da Economia e ao presidente do Banco do Brasil, destaca a missão social da instituição e defende a manutenção do emprego dos funcionários.

Bancada pernambucana entrega plano de ações para o Nordeste ao deputado Arthur Lira

Os deputados federais que integram a bancada de Pernambuco entregaram ao deputado federal Arthur Lira (PP-AL), candidato à Presidência da Câmara Federal, o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) com um plano de ações para a região. Durante o encontro, que aconteceu nesta quarta-feira (13), no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo Estadual, os parlamentares reforçaram a importância do desenvolvimento da região Nordeste através de investimentos do Governo Federal. A bancada entende que é muito importante eleger um presidente da Câmara dos Deputados que tenha uma sensibilidade maior para as pautas do Nordeste, conhecimento dos problemas e carências da nossa região e que assuma o compromisso de contribuir com obras importantes, como a ferrovia transnordestina e a transposição do São Francisco.

O documento, elaborado pela Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), é um estudo detalhado com ações que visam fortalecer os municípios nordestinos. Além disso, trata da conservação ambiental, segurança hídrica e desenvolvimento institucional de cada município, como também estudos temáticos nas áreas de Agropecuária e Agroindústria; entre outras. A Sudene desenvolve o Plano em 50 regiões geográficas intermediárias do IBGE, sendo 41 delas polarizadas por cidades de comando regional situadas no interior e nove capitais (São Luís-MA, Teresina-PI, Fortaleza-CE, Natal-RN, Paraíba-PB, Recife-PE, Maceió-AL, Aracaju-SE e Salvador-BA).

Participaram do encontro os deputados federais André de Paula (PSD), André Ferreira (PSC), Augusto Coutinho (Solidariedade), Eduardo da Fonte (PP), Felipe Carreras (PSB), Fernando Monteiro (PSB), Ossesio Silva (Republicanos), Silvio Costa Filho (Republicanos), Ricardo Teobaldo (Podemos), Tadeu Alencar (PSB) e Wolney Queiroz (PDT).

PSB promete cobrar de Guedes fechamento de agências do BB e Tadeu Alencar dispara: “Mais uma irresponsabilidade”

A decisão do Governo Bolsonaro de fechar 112 agências do Banco do Brasil tem repercutido bastante no país e no mundo político. Partido de oposição ao presidente Jair Bolsonaro, o PSB prometeu convocar o Ministro da Economia, Paulo Guedes, para prestar esclarecimentos sobre a decisão, que deixará mais de 5 mil pessoas desempregadas.

“O nosso líder na Câmara, Alessandro Molon, vai realizar essa convocação para que Paulo Guedes se apresente e responda todos os questionamentos que temos sobre essa decisão, que é mais uma decisão irresponsável do Governo Bolsonaro”, comentou Tadeu Alencar, vice-líder da oposição na Câmara dos Deputados.

Tadeu tem uma carreira no Banco do Brasil na década de 80 e destacou o papel importante do BB na sociedade brasileira.

“Acompanho o papel de banco público do Banco do Brasil desde quando, nos anos 80, fui funcionário por quase 10 anos. É um Banco que tem um papel social determinante no financiamento da agricultura familiar e no crédito para os pequenos e médios negócios. Os lucros crescentes do Banco do Brasil demandariam um pouco mais de parcimônia nessa atitude drástica que atinge os pequenos municípios e de cambulhada ainda coloca 5.000 brasileiros e brasileiras na amargura do olho da rua, aumentando um desemprego avassalador de quase 15 milhões de pessoas”, lamentou Tadeu, antes de completar.

“Sou dos que acham que o Estado não deve ser máximo, nem mínimo, mas o Estado necessário. A pandemia mostrou isso: em determinadas circunstâncias e acerca de determinadas atividades a presença do Estado é essencial. A presença do Banco do Brasil, em especial nas cidades mais recônditas é feito a presença do juiz, do delegado, do professor, da igreja: é indispensável. Por isso que essa decisão, em plena crise sanitária, agudizando os nossos problemas sociais e econômicos, é mais uma irresponsabilidade, entre tantas, do Governo Bolsonaro”.

Deputado Augusto Coutinho defende derrubada de PL que esvazia poder dos governos sobre a polícia

O deputado Augusto Coutinho (Solidariedade) usou suas redes sociais para se posicionar contra a possibilidade de restringir o poder dos governadores sobre as polícias militar e civil. Em uma publicação no Instagram (@augustocoutinhope) escreveu:

“Não faz o menor sentido no ambiente democrático os dois projetos que chegaram ao Congresso visando reduzir o poder dos governadores sobre as polícias militar e civil. É totalmente despropositada esta ideia de tirar o controle das polícias dos estados. Sou contra qualquer movimentação nesse sentido”.

Coutinho ressaltou, ainda, que tal proposta “se opõe completamente ao que temos lutado e defendido muito, a dizer: fazer com que o pacto federativo exista de fato, descentralizando o poder e dividindo ele melhor e de maneira mais justa entre os entes federados.”

Ao todo são dois os projetos de lei orgânica das polícias civil e militar que reduzem o poder dos governadores sobre a PM e a polícia civil e que estão para serem votados no Congresso. Eles promovem mudanças profundas nas estruturas das polícias, incluindo, até mesmo, a criação da patente de general, atualmente exclusiva das forças armadas, no âmbito da PM. Outro ponto sensível do projeto é a constituição de um Conselho Nacional da Polícia Civil subordinado à União.

Esta pauta é defendida por aliados do presidente Bolsonaro. Governadores de vários estados e de diferentes partidos têm se unido contra o texto.

Ministério da Saúde anuncia que distribuirá vacina do Butantan a todos os estados

Em reunião, representantes do Ministério da Saúde e do Instituto Butantan debateram a estratégia sobre como as 100 milhões de doses adquiridas pelo Ministerio da Saúde serão incorporadas ao “Plano de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19”.

O encontro foi nesta sexta-feira (08/01) e teve a presença de representantes do Ministério da Saúde e do Instituto Butantan.

Na ocasião, segundo o Ministério, as partes “acertaram que a totalidade das vacinas produzidas pelo laboratório paulista serão adquiridas pelo Governo Federal e incorporadas ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”.

“Assim, brasileiros de todo o país receberão a vacina simultaneamente, dentro da logística integrada e tripartite, feita pelo Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde”, afirma o Ministério da Saúde.

Na quinta-feira (07), o Ministério da Saúde e o Butantan já haviam assinado contrato para a aquisição de 46 milhões de doses da vacina fabricada pelo instituto.

Participaram do encontro ontem, em São Paulo, os assessores especiais do Ministério da Saúde, Zoser Hardmann e Aírton Cascavel; a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Francieli Fantinato; o superintendente de São Paulo do Ministério da Saúde, José Carlos Paludeto; além do presidente e da diretora do Instituto Butantan, Dimas Covas e Cíntia Retz, respectivamente.

O coordenador do Fórum Nacional de Governadores para a temática de Vacina, Wellington Dias (Piauí), também participou do encontro por videoconferência.

“Os estados receberão as doses em quantidade proporcional à sua população e farão a distribuição aos 5.570 municípios brasileiros, de forma que todas as salas de vacinação do país recebam as vacinas o mais rápido possível”, promete o Ministério da Saúde.

“A campanha deve começar tão logo os imunizantes recebam autorização da Anvisa – para uso emergencial ou o registro definitivo -, e a vacinação será disponibilizada a todos de forma gratuita”, complementa a pasta.

Nesta sexta (08), Instituto Butantan e Fiocruz (fabricante da vacina Oxford/Astrazeneca no Brasil) entraram com pedido de uso emergencial das suas vacinas na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e o resultado deve ser divulgado no prazo de até dez dias.

“Também na reunião, no Instituto Butantan foi acertado um novo encontro para os próximos dias, do qual participam o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e representantes dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e de Secretários Municipais de Saúde (Conass e Conasems) para detalhamento dos próximos passos da logística e calendário da campanha”, informou o Ministério da Saúde.

Brasil assina contrato para comprar 100 milhões de doses da CoronaVac

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o governo assinou nesta quinta-feira um acordo com o Instituto Butantan para comprar 100 milhões de doses da CoronaVac. Pazuello afirmou que compra só foi possível devido à medida provisória (MP), publicada na quarta-feira, que autoria a aquisição de vacinas antes do obtenção do registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Hoje assinamos nós com o Butantan. (Está) Assinado. Menos de 24h depois da medida provisória, nós assinamos um contrato para entrega das primeiras 46 milhões de doses até abril e de mais 54 milhões no decorrer do ano, indo a 100 milhões de doses”, anunciou Pazuello, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

A eficácia da CoronaVac é de 78% para casos leves e de 100% para casos graves e moderados, segundo o Butantan.

Na mesma entrevista, Pazuello também afirmou que o governo irá comprar a vacina da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.

“Para não deixar dúvidas, nós compraremos a Janssen. Três milhões de doses no segundo trimestre, dependendo dos registros”, disse o ministro.