Coluna FalaPE – Governo soluciona assassinato da menina Beatriz

By 12/01/2022 - 00:00ColunaFalaPE

O Governo Paulo Câmara iniciou o ano com uma grande vitória política. Isso porque a Polícia Civil de Pernambuco conseguiu chegar ao autor do crime contra a menina Beatriz, assassinada aos sete anos na escola particular em que estudava, na cidade de Petrolina, Sertão do Estado, no dia 10 de dezembro de 2015. A criança recebeu mais de 40 facadas.

De acordo com a Secretaria de Defesa Social, o homem apontado como autor já estava preso por outros crimes e confessou o assassinato. Os detalhes da operação serão apresentados nesta quarta-feira (12), às 9h, na sede da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE), no bairro de Santo Amaro, Centro do Recife.

Registros policiais mostram que um homem de mesmo nome foi preso em 2011 em Garanhuns. Ele era suspeito de ter estuprado uma enteada de 12 anos, mas foi preso por ter roubado seis litros de uisque em um supermercado local. Portava papelotes de maconha. O caso foi reportado pelo Nordeste 10 interior.

Em nota, a Secretaria de Defesa Social disse que vai apontar as provas técnicas do caso, que se arrastava há seis anos e foi solucionado com base em exames de DNA na arma do crime. “A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, por meio do trabalho conjunto das forças estaduais de segurança pública, chegou, nesta terça-feira (11), ao autor do assassinato da menina Beatriz Angélica Mota, ocorrido em 2015, em Petrolina”, diz a nota.

E a SDS segue: “Por determinação do governador Paulo Câmara, a Força Tarefa – criada em 2019 para investigar o caso foi mantida mobilizada até a elucidação deste crime. A equipe revisitou todo o inquérito e realizou novas diligências. A identificação do suspeito se deu por meio de análises do banco de perfis genéticos do Instituto de Genética Forense Eduardo Campos, realizadas no dia de hoje, que identificou o DNA recolhido na faca utilizada no crime. Em confrontação de perfis genéticos do banco, chegou-se ao DNA do suspeito, que se encontra preso por outros delitos em uma unidade prisional do Estado. Ao ser ouvido pelos delegados da Força Tarefa, confessou o assassinato e foi indiciado”.

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