Com apoio de multidão, Carlos Santana se filia ao PSB e lança pré-candidatura a prefeito

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ipojuca ficou pequeno para o evento desta sexta-feira(13), deixando muita gente do lado de fora. Com as presenças da deputada estadual e vice-presidente da ALEPE, Simone Santa, do deputado federal, Tadeu Alencar e da figura histórica do PSB, Adilson Gomes, Carlos Santana, ex-prefeito por 4 mandatos, assinou sua ficha de filiação ao Partido Socialista Brasileiro.

Simone iniciou sua fala lembrando que o sindicato é um lugar histórico, de muitas vitórias do trabalhadores rurais contra os usineiros. Falando das gestões do ex-prefeito, lembrou do resgate da Orquestra Cidadã, que beneficiou mais de 100 famílias e afirmou que nos 4 cantos de Ipojuca existem obras da gestão do seu marido.

Carlos Santa começou seu discurso lembrando que quando se elegeu pela primeira vez, não existia Suape, e Porto de Galinhas era apenas uma praia de veraneio. E que aos poucos iniciou suas obras em Ipojuca, dentre as citadas: as escadarias de São Miguel, Camela e Nossa Senhora do Ó; o Hospital Carozita Brito; as 8 quadras poliesportivas; as várias creches. Assim como os programas: Mãe Coruja que atendeu 2.800 mães; o Pré-vestibular cidadão que permitiu 900 jovens ipojucanos passarem nas universidades da capital; os 21 ônibus climatizados zero quilometro para transportá-los. Além de ter feito concurso na Educação, acabando a indicação política dos professores; e a criação de uma bolsa para os estudantes das escola municipais, reduzindo a evasão escolar de 28% para menos de 1%.

A multidão presente fez muito barulho quando Carlos Santana lembrou as promessas de campanha não cumpridas pela atual prefeita: aumentar a bolsa escolar de R$ 150 para R$ 500, construir 100 creches, construir um hospital de referência, hospital infantil, CEASA na entrada de Camela, erguer um quartel para a guarda municipal, etc.

Chamou atenção a atitude do pré-candidato a prefeito, de reconhecer que em parte do último mandato tomou decisões dentro do gabinete sem ouvir a população. E prometeu que num próximo mandato iria às ruas ouvir o povo antes de qualquer decisão.

Encerrou o evento afirmando que era imoral a prefeitura ter um orçamento de R$ 1 bilhão e ainda pedir empréstimo de R$ 90 milhões em ano de eleição, levando os presentes ao delírio.

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