Da saúde ao Comércio: Camaragibe e o CoronaVírus

Camaragibe - Gustavo Matos

Por Gustavo Matos


O surto do novo 
Coronavírus, que surgiu em dezembro na China, infectou milhares de pessoas ao redor do mundo. A doença provocada por este vírus ficou oficialmente conhecida como COVID-19.

Vírus que causa sintomas muito parecidos com o da tão comum e conhecida gripe, mas que pode evoluir rapidamente para uma grave pneumonia, com 09casos em investigação no nosso município e 01 caso já confirmado, até o dia de hoje, o impacto da pandemia já é sentido em todos os setores, principalmente o comércio da nossa cidade.

Todas as manchetes sobre o Coronavírus que estão alarmando não só a nossa população como a do mundo inteiro, resultam numa série de medidas e recomendações que devem ser tomadas. A maior e talvez mais importante delas: o isolamento social.

Camaragibe sendo uma cidade que sobrevive, quase que unicamente do comércio. Veem sofrendo os sintomas dessa ordem emergencial. Seja pela Rua Eliza Cabral, completamente vazia, ou o mercado público com suas atividades paralisadas. Sem esquecer da falta de água que já perdura a mais de 20 dias em alguns bairros e em outros, já se perdeu a conta, além da preocupação daqueles que já utilizam o nosso sistema de saúde e enxergaram a precariedade da nossa situação.

Por fim, cabe abordar que a chegada do Coronavírus, veem assustando a todos da nossa cidade. As possibilidades de controle da doença devem ser radicalmente massificadas. Para isso, é necessário vontade política e muita empatia pelos nossos munícipes.

Chamar a atenção dos governos para o tema, incentivar o compartilhamento de informações, enquanto os danos não são ainda maiores.

Não podemos esquecer de reconhecer os nossos profissionais de saúde. Que estão no Aristeu Chaves, nos CEMECs, nos postos de saúde ou até mesmo na rua, levando informação e cuidado para o nosso povo.

Ficaremos em casa, essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde. É necessário portanto, pensar e solucionar a situação da nossa população, como um todo. É função dos gestores, senão obrigação, amparar a população. Principalmente, os que se encontram em situação de vulnerabilidade. Todos os líderes mundiais estão realizando ações emergenciais para amparar a população num momento nunca antes vivido na história da humanidade. É de fato preciso que o poder público ampare o povo, que agora, precisa acima de tudo ficar em casa!

Gustavo Matos

Jornalista

Pós-graduado em Gestão Pública

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