Delegado Eduardo Porto pede reabertura do comércio de forma gradativa

O pré-candidato a prefeito de Jaboatão disse que, sem assistência da Prefeitura, o povo está passando por necessidades extremas

O pré-candidato a prefeito de Jaboatão dos Guararapes Delegado Eduardo Porto (PTC) fez um novo apelo ao prefeito Anderson Ferreira nesta segunda-feira (1): a reabertura gradativa do comércio no município. Entre os argumentos, o delegado disse que foi procurado por diversas famílias que estão passando por extremas necessidades diante da pandemia e agravado ainda mais pela falta de assistência da prefeitura neste momento difícil.

“Hoje, como todos sabem, só está em funcionamento os serviços essenciais e sabemos que a maioria da população trabalha, principalmente, no comércio de forma geral. Escutei diversos relatos de famílias que estão passando por muitas dificuldades financeiras e não posso mais ficar calado diante da situação”, contou Porto.

O pré-candidato a prefeito acredita que o jaboatonense está largado a própria sorte e que não há outra opção. No entanto, o delegado listou uma série de precauções que devem ser feitas nesta reabertura gradual do comércio, entre elas, o horário mais restrito para a abertura e fechamento de lojas, salões, restaurantes, shoppings, além de ser utilizado inicialmente apenas 50% da capacidade de cada estabelecimento de forma a evitar qualquer tipo de aglomeração.

Entre outros protocolos de prevenção que constam no documento enviado à Prefeitura de Jaboatão, está a necessidade de fiscalização por parte de cada estabelecimento para que haja um distanciamento mínimo entre os clientes e com a obrigatoriedade do uso de máscaras tanto para os funcionários como para os clientes. Nos restaurantes, será necessário o distanciamento mínimo de dois metros entre as mesas.

Também na proposta do delegado, será reavaliado os dados semanalmente para que seja decidido se haverá evolução com o respeito às medidas de precaução ou se haverá a necessidade da regressão da flexibilização.

Para o delegado, é preciso fazer com a economia volte a girar. “Precisamos ver se as pessoas respeitam as medidas e voltar a fazer com que o comércio volte. As famílias precisam levar novamente o seu sustento para casa”, concluiu.