Em Agrestina, exposição “Minha Cidade tem História e Memórias” é visitada por mais de 4 mil estudantes

By 30/09/2021 - 15:47Agreste Central

O Governo Municipal de Agrestina, através da Secretaria de Educação e Esportes, lançou no último dia 27, a exposição “Minha Cidade tem História e Memórias”, um projeto de resgate histórico executado pela secretaria, equipes gestoras, educadores e estudantes das escolas públicas municipais. A iniciativa, que oportunizou à população conhecer a história da cidade, fez parte da programação pelos 93 anos de Emancipação Política de Agrestina.

A exposição foi a culminância do projeto de mesmo nome, vivenciado nas escolas municipais nos últimos dias. Após um período de pesquisas, as escolas expuseram seus trabalhos em um projeto com uma grande estrutura, na Quadra Municipal Poliesportiva Joelson de Souza Mendes. A exposição ficou em cartaz durante os dias 27, 28 e 29.

O lançamento da exposição aconteceu na última segunda-feira, dia 27, e contou com a presença de diversas autoridades municipais e apresentações culturais. Mais de 4 mil estudantes, de 22 escolas da cidade, públicas e privadas, visitaram a exposição durante os três dias. Todos os protocolos contra a covid-19 foram seguidos.

A secretária de Educação e Esportes, Fátima Lira, falou sobre a iniciativa. “Lamentavelmente não pudemos realizar nosso tão bonito desfile cívico, então precisávamos de algo que trouxesse as memórias da cidade para todos”, explicou. Falou também sobre o sentimento de ver os alunos se mobilizando e se debruçando sobre sua própria história. “Foi de uma felicidade muito grande ver os autores dos nossos símbolos oficiais e demais personalidades se emocionando com as homenagens, com o trabalho dos alunos. Isso é educação! Trabalhamos temas transversais. Levantamos nossa cultura”, afirmou.

Na exposição, foi possível conhecer os aspectos culturais, econômicos, políticos, geográficos, turísticos, gastronômicos, religiosos, símbolos oficiais, história das vilas rurais e muitas outras curiosidades de Agrestina. O professor e historiador, Paulo Junior, explicou a importância e o impacto de um projeto como este para um município. “Essa iniciativa é de extrema importância para salvaguardar a memória coletiva, que muitas vezes se perde ao longo do tempo. Com o incentivo a um trabalho como este, a gente consegue recuperar boa parte dessa memória e contá-la para nossos descendentes”, disse.

Foto: Jonata Daniel/ Decom

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.