Em Nova Descoberta, Mendonça garante respeito e apoio aos pequenos comerciantes de rua

Os candidatos a prefeito e vice do Recife, Mendonça Filho e Priscila Krause, ambos do DEM, cumpriram agenda na manhã deste sábado (3) em Nova Descoberta, na Zona Norte. Os democratas ouviram muitas queixas, principalmente, sobre a fiscalização pesada da prefeitura em cima dos pequenos comerciantes de rua, como os feirantes, bem como a perseguição sofrida pelos mototaxistas. “A prefeitura não pode agir com tanto rigor e prejudicar as pequenas atividades econômicas. Na nossa gestão, os trabalhadores desse segmento serão tratados com respeito, pois também sustentam nossa economia”, afirmou Mendonça.

No Córrego da Josélia, as reclamações de quem vive do comércio de rua foram constantes. Como a autônoma Conceição Ribeiro, 52 anos e mãe de três filhos. Ela vende frutas e verduras em um carro de mão, em frente a um mercado do bairro, e contou que os fiscais da prefeitura exageram na fiscalização.

“Somos trabalhadores e só queremos ter a oportunidade de levar para casa nosso ganha pão. Quando os fiscais chegam, se a gente não for rápido, perde toda a mercadoria por que eles levam tudo”, declarou Conceição.

Os mototaxistas da região também sofrem com a fiscalização dos agentes do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), cujo órgão é o vetor principal para a subida na arrecadação do município, com aplicação de infrações que no último ano saltaram de R$ 50 milhões para R$ 100 milhões.

Carlos Henrique Alves, 29 anos, trabalha como mototaxista há cerca de um ano e disse que a fiscalização dos agentes não aliviou nem mesmo durante a pandemia do novo coronavírus. Para ele, a prefeitura tem que reavaliar a questão das multas.

“Tem pouco tempo que comecei a trabalhar como mototaxista e o que vejo é que a fiscalização não dá trégua pra gente. Até na pandemia a perseguição continuou, por que aqui muita gente usa moto pra se descolar pela comunidade, ir a um posto de saúde ou farmácia. É uma absurdo a quantidade de multas aplicadas quando os agentes poderiam orientar os motoristas antes de multar. Por que não orientam pra depois punir?”, questionou Carlos.

Mendonça Filho voltou a afirmar que vai acabar com “indústria da multa”, promovendo em sua gestão um trabalho de educação no trânsito no qual a população possa trafegar com mais segurança e conhecimento das leis de trânsito. “Vou acabar com essa indústria da multa que só faz punir, aumentar a arrecadação que já é enorme e não traz nenhum benefício para a população, que já paga impostos muito elevados, como o IPVA”, pontuou.

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