Favorável ao novo Marco do Saneamento, Charbel deseja licitação para substituir Compesa

Candidato do Novo fez duras críticas à Companhia Pernambucana de Saneamento

Diariamente em visitas às comunidades do Recife, o candidato à prefeito pelo Novo, Procurador Charbel, notou uma reclamação comum: falta de saneamento básico. O procurador municipal fez duras críticas à Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), revelou que deseja abrir uma nova licitação e novamente fez duras críticas ao uso de dinheiro público para campanhas eleitorais de seus adversários.

“Tivemos a oportunidade de conversar com os moradores em nossas visitas, que reclamaram da falta de cuidado e do mau cheiro do local. Nosso Recife precisando de investimento em saneamento básico e os outros candidatos gastando dinheiro público com campanha política, coisa que nós do Novo não fazemos. Vamos implantar na cidade o novo marco do saneamento para haver a coleta e tratamento do esgoto e evitar o despejo nos córregos e rios. A gente vai às comunidades, as pessoas não têm água no cano. Ficam sem água para beber, para tomar banho, sem água tratada. Quando têm, a Compesa falha. São cinco, seis, dez dias sem água. A Compesa é um verdadeiro desastre”.

Charbel tem comentado em suas entrevistas que esse tema não dá voto e se coloca favorável ao novo Marco Legal do Saneamento Básico, aprovado em julho pelo Governo Federal. Para o conservador, o município precisa que o parceiro público-privado traga dinheiro para a realização do saneamento na cidade. Uma das primeiras propostas, caso eleito, é abrir nova licitação.

“A empresa vencedora terá que cumprir um prazo de entregar 90% da cidade com coleta e tratamento de esgoto, com água tratada, até 2030. Esse será o nosso compromisso, até 2030, porque o novo Marco fala de 2033, mas nós vimos o Recife acabado, sem saneamento básico e esgoto. Quase 60% da população vive no esgoto, na lama, quem entra em comunidade vê isso. Temos políticos, deputados de Pernambuco, que votaram contra esse marco desse saneamento. Deputados que não entenderam a necessidade da população. E a população tem visto isso. As pessoas não aguentam mais. É questão de dignidade da pessoa humana. E sem esgoto, sem água tratada, não tem como”, acrescentou Charbel.

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