Incompetência de Anderson Ferreira fez 166 jaboatonenses serem atendidos em hospitais do Covid-19 do Recife, alerta Silvio Costa

Moradores de Jaboatão dos Guararapes têm sido atendidos em hospitais provisórios estruturados pela Prefeitura do Recife para o enfrentamento à Covid-19. O motivo? A falta de oferta de vagas pela segunda cidade mais populosa de Pernambuco. Enquanto o prefeito Geraldo Julio criou mais de 1000 leitos, o prefeito Anderson Ferreira criou dez vezes menos leitos. E a situação é ainda mais preocupante no tocante às UTIs. O Recife estruturou mais de 300 leitos desse tipo, e Jaboatão apenas 5 leitos, que foram contratados em hospitais privados.

Vale ressaltar que Jaboatão dos Guararapes possui 700 mil habitantes.

Isso levou, segundo dados oficiais, 166 jaboatonenses a serem atendidos em um dos sete hospitais de campanha recifenses.

A comparação dos números de leitos criados pelo Recife e por Jaboatão revela a total falta de atenção e preocupação de Anderson Ferreira em salvar vidas de jaboatonenses.

Se, por um lado, não cuida da saúde de todos os moradores de Jaboatão, por outro, Anderson Ferreira usa a mesma pandemia para politizar ações de combate ao Covid-19. O prefeito vem se mantendo reativo a iniciativas de prevenção e contenção do avanço da doença na cidade. Por dias, manteve-se afastado do front da batalha, sem apresentar soluções. Quando apareceu, apostou na rinha política para dividir a sociedade e colocar-se contrário a medidas adotadas pelo governo do Estado e em consonância com as diretrizes do governo Jair Bolsonaro (sem partido).

Anderson Ferreira foi contra as restrições determinadas pelo Governo de Pernambuco nos 15 dias de “lockdown”, pregou a reabertura dos setores econômicos sem qualquer parâmetro de cuidados, quando as autoridades públicas defendiam o fechamento para evitar aglomerações e atuou firmemente na defesa de segmentos sociais, especialmente as igrejas evangélicas, sua principal base eleitoral. Essas posturas do prefeito de Jaboatão denotam que sua preocupação não é preservar vidas. Mas, sim, focar apenas em sua reeleição.