João Campos é o prefeito mais bem avaliado na RMR no combate à pandemia

Pesquisa do Instituto Exatta, repercutida pela Rádio Jornal, foi realizada entre 30 de março e 6 de abril e ouviu moradores do Recife, Jaboatão dos Guararaes e Olinda

O prefeito do Recife, João Campos, é o mais bem avaliado durante a pandemia. É o que revela a pesquisa do Instituto Exatta a respeito da percepção dos moradores do Recife, Olinda e Jaboatão sobre a covid-19. Sendo realizada entre 30 de março e 6 de abril, totalizando 1.100 entrevistas, a amostragem foi repercutida no programa Super Manhã, com Geraldo Freire, da Rádio Jornal. Somando as respostas “boa” e “ótima”, o gestor tem 38,89% de aprovação (Bom: 28,24% Ótimo: 10,65%). Avaliam a administração de forma “regular” 31,48% dos recifenses e apenas 21,76% veem a administração de forma negativa (Ruim: 9,26% Péssimo: 12,50%). Do total de entrevistados, 7,87% não souberam ou preferiram não responder.

“A minha impressão é mais ou menos a percepção de todos: João Campos está tendo um bom desempenho”, disse o radialista Geraldo Freire, durante o anúncio da pesquisa. Os outros jornalistas e comentaristas também fizeram menções positivas à gestão da PCR, alegando que o cenário ideal seria a vacinação em massa, algo que depende do Governo Federal. Elogiou-se o processo eficiente de imunização, com transparência, organização e educação no trato às pessoas.

Em contraponto, o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, tem uma avaliação negativa maior do que a positiva: 21,51% de avaliação positiva (Bom: 13,92% Ótimo: 7,59%), 43,04% de regular e 35,45% de negativa (Ruim: 18,99% Péssimo: 16,46%). Já o prefeito de Olinda, Professor Lupércio, registra 26,21% de avaliação positiva (Bom: 16,81% Ótimo: 9,24%), 45,38% de regular e 26,89% de negativa (Ruim: 8,40% Péssimo: 18,49%). Do total de entrevistados, 1,68% não souberam ou preferiram não responder.

EFICÁCIA DAS VACINAS

Entre outras questões, a pesquisa também quis saber dos entrevistados a opinião deles sobre a eficácia das vacinas contra a covid: 86,81% responderam que, “sim”, acreditam nos imunizantes; 9,68% responderam que “não” acreditam e 3,51% não souberam ou preferiram não responder à questão.

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