Saneamento básico e pavimentação são as reclamações mais comuns em visitas de Charbel às comunidades

O procurador do município e pré-candidato à prefeito do Recife pelo Partido Novo, Charbel Maroun, tem realizado várias visitas às comunidades da cidade nos últimos dias. Neste domingo (30), ele foi até a Nova Morada Caxangá, acompanhado da pré-candidata a vereadora Denayde Santana e o líder do Novo Jovem PE, Pedro Nunes. De acordo com Charbel, duas reclamações são comuns em todos os encontros: falta de saneamento e ruas sem asfalto. 

Além da ida a Nova Morada Caxangá, Charbel visitou recentemente as áreas de San Martin, Iputinga, Morro da Conceição, Bomba do Hemetério, Jardim São Paulo e Campina do Barreto. Em todos os encontros, as queixas eram sempre as mesmas. Para o pré-candidato, o novo marco de saneamento, aprovado em junho pelo Senado Federal, poderá solucionar problemas do século XIX no Recife. 

“A maior dificuldade da nossa capital é o que todo mundo fala que não dá voto, que é essa questão do saneamento básico. Eu estava andando pelas ruas antes da pandemia, voltei agora, e temos visto um cenário que se repete em toda a cidade. Faltam coisas básicas, principalmente para a população mais carente. Grande parte da população não tem acesso à coleta de esgoto e água tratada. A gente tem menos de 50% da população com acesso ao esgoto”, disse o pré-candidato de direita. 

O procurador, que será oficializado nesta segunda-feira, em convenção online promovida pelo Partido Novo, às 19h, destacou que, mesmo com as condições precárias enfrentadas por várias famílias, os impostos seguem sendo cobrados.  

“A população local busca pagar tributos condizentes com a sua realidade e retorno pelo que pagam na forma de asfalto e saneamento básico. Isso deveria ser lógico. Os moradores ainda reclamaram dizendo que, apesar de não existir qualquer infraestrutura, os valores cobrados de IPTU são altos”, acrescentou.  

Partido Novo nas eleições do Recife 

Além do Procurador Charbel, a convenção de logo mais oficializará o procurador federal André Teixeira como candidato a vice e mais 13 para a disputa das cadeiras de vereador. Com chapa puro sangue, o partido se negou a fazer coligações, por ser contra o uso do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para financiamento de campanhas. A sigla ainda devolveu para a União os R$ 36,5 milhões aos quais teria direito.

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