Vereadora do Recife, Andreza Romero, cobra prisão de homem que matou gatos na Avenida Beira Rio

Vereadora encaminhou um pedido de investigação à Delegacia de Polícia do Meio Ambiente

Nesta terça-feira (16), a vereadora Andreza Romero cobrou a investigação de casos recentes de maus-tratos a animais no Recife. É que, na última semana, as câmeras da Avenida Beira Rio, na Madalena, flagraram a crueldade de uma cena que não se vê nem em filmes de terror: um homem ainda não identificado foi filmado perseguindo e estrangulando vários gatos. A ação aconteceu por volta das 03 horas da madrugada e durou cerca de uma hora. Ao menos cinco animais foram encontrados mortos, sendo um adulto e quatro filhos.

Andreza contou, em discurso durante a Sessão Ordinária da Câmara Municipal, que encaminhou uma denúncia à Delegacia de Polícia do Meio Ambiente e cobrou celeridade nas investigações. “Se nem mesmo o aumento da pena contra crimes de maus-tratos consegue dissuadir essa prática e nem câmeras intimidam a ação covarde de criminosos, precisamos condenar esses casos e cobrar o fim do cenário de impunidade”, pediu.

A vereadora fez um desabafo e pediu mais atenção à causa animal. “Esse não é o primeiro caso que acontece na Avenida Beira Rio. Aqueles animais foram torturados durante uma hora e não houve nenhum socorro, nenhuma ronda policial que impedisse a crueldade. Como representante formal da causa animal, espero respostas e justiça. Esse homem é um risco a outros animais e às pessoas, ele precisa ser identificado e punido”, enfatizou.

Quem maltrata animais pode ficar preso de dois a cinco anos, além de ser punido com multa e proibição da guarda. A lei foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 2020. Andreza teme que, sem a investigação do caso e o cumprimento da legislação, outras pessoas sejam instigadas a cometer crimes contra os animais. “Há muitos gatos na área e muitas pessoas testemunham sobre outros casos de crueldade, envenenamento, entre outros crimes. A impunidade deixa os criminosos confortáveis para agir ali ou em outros locais. Não podemos aceitar”, finalizou.

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